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Disfuncao Miccional

EMSELLA BTL
EMSELLA BTL

Emsella é um equipamento inovador que traz um avanço no tratamento da incontinência urinária feminina e masculina. Com tecnologia exclusiva atua também no rejuvenescimento íntimo.

O equipamento conta com a tecnologia Hifem (High-Intensity Focused Eletromagnetic), que cria um forte campo magnético, promovendo a contração das fibras musculares do assoalho pélvico. A chave para a eficácia está baseada na energia eletromagnética focada. Uma única sessão do EMSELLA induz milhares de contrações musculares supra-máxima do assoalho pélvico, que são extremamente importantes na reeducação muscular de pacientes incontinentes.

O tratamento consiste em seis sessões para incontinência urinária feminina e 8 sessões na incontinência urinária masculina, duas vezes por semana. O paciente fica sentado, vestido, posicionando bem a região íntima no assento. A sessão tem duração de 28 minutos. A manutenção recomendada é de uma sessão a cada três meses.

Esse tratamento pode ser indicado para todos os tipos de incontinência urinária (esforço, urgência e mista). O médico deve estratificar o grau de perda urinária de cada paciente para indicar o tratamento. Sabemos que para casos leves a moderados, a cadeira pode chegar a resolver por completo os sintomas, e, nos casos graves, que necessitam de cirurgia, ela pode atuar de maneira complementar. O procedimento é contraindicado para pacientes grávidas, com DIU de cobre, com placas metálicas no quadril ou joelho, por exemplo, bem como marcapasso.

Rejuvenescimento íntimo

Como o aparelho trabalha a musculatura do assoalho pélvico, há também melhora na vida sexual do paciente, melhorando qualidade de vida.

Avaliação eletromiográfica da atividade dos músculos pélvicos após procedimento eletromagnético

focalizado de alta intensidade e estimulação elétrica em mulheres com disfunção do assoalho pélvico.

Este estudo comparou a eficácia da estimulação elétrica e magnética não invasiva para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico (DFP) em puérperas. Um grupo foi ttratado com procedimento eletromagnético focalizado de alta intensidade ([HIFEM]; G1); outro grupo foi submetido à estimulação elétrica (G2); e o grupo controle (G3).

A funcionalidade do MAP foi examinada por medições de eletromiografia de superfície (contração voluntária máxima [MVC]; MVC média; atividade muscular em repouso; resistência da contração), enquanto a percepção subjetiva do paciente da funcionalidade do assoalho pélvico foi avaliada pelo Questionário de Impacto do Piso Pélvico-Formulário Curto 7 ( PFIQ-7) questionário padronizado.

Após os tratamentos, esses parâmetros (MVC e MVC médio) aumentaram significativamente (P <0,001) e se moveram em direção aos valores da população saudável. A eletrogênese no relaxamento revelou tendências divergentes nos grupos G1 e G2. Os escores do PFIQ-7 melhoraram significativamente nos pacientes tratados (P <0,001). Em geral, resultados superiores foram documentados no grupo HIFEM, visto que alcançou melhora dos parâmetros eletromiográficos de 48% para 59% (estimulação elétrica de 7% para 36%) e da mesma forma a melhora da pontuação PFIQ-7 em 57% (estimulação elétrica por 32%).

Conclusão: Este estudo documentou que o procedimento HIFEM foi significativamente mais eficaz do que a estimulação elétrica no tratamento de DFP em mulheres no pós-parto. Tanto a avaliação objetiva quanto a subjetiva indicam efeitos mais profundos da estimulação magnética